Este novo longa vai contar a história do campo de prisioneiros alemães nos EUA.
Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto as batalhas assolavam todo o mundo, a pequena cidade de Algona, Iowa, se tornou o lar de um dos maiores campos de prisioneiros de guerra jamais construído nos Estados Unidos.
(fonte:IMDb)
Direção: | ||
| Larry D. Webster | ||
Mykelti Williamson ... William Boldridge
Rance Howard ... Tom Barrett
David Hunt ... German Sgt. Wilhelm Bauer
Stelio Savante ... Klaus
Xihuaru Kilcher ... Donny
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Curiosidade sobre o Campo de Algona:
Para comemorar os 60 anos do final da guerra, foram reunidos em Algona prisioneiros alemães e americanos para tentar curar velhas feridas.
Eles eram dois prisioneiros de guerra - um americano, que ficou aprisionado ao sul de Dresden, e um alemão, que permaneceu preso em Camp Algona, que fica a aproximadamente 320 quilômetros daqui, onde o soldado americano serviu como guarda após sua libertação. Depois, eles trocaram histórias e experiências e - muito tempo depois - apertaram as mãos.
"Por que eu deveria ver os americanos como meus inimigos agora?" perguntou o alemão, Kurt Butzlaff, durante o encontro em uma biblioteca pública aqui, na tarde de quinta-feira. "As pessoas nunca foram minhas inimigas, mas os dois sistemas estavam em guerra, ele com seu comandante e eu com meu comandante".
Butzlaff, 82 anos, foi um dos 425,000 prisioneiros de guerra, em sua maior parte alemães, mantidos em campos nos EUA, e aproximadamente 20,000 ficaram em Iowa. Ele está visitando o estado nesta semana, com outros alemães, filhos e netos de prisioneiros, como parte de um projeto de um historiador local para transcender culturas e curar velhas feridas.
Nem todos abraçaram os visitantes. Veteranos em Charles City pediram ao Traces, um grupo beneficente, para cancelar uma visita, e vários ex-prisioneiros compareceram à biblioteca nesta quinta-feira para protestar.
"Eu quero conversar com alguns daqueles krauts (alemães), fazer algumas perguntas a eles", afirmou William Mehegan, 81 anos, que passou aproximadamente um ano em um campo de prisioneiros próximo ao Mar Báltico, e usava o quepe de veteranos da 8ª Força Aérea. "Eu vou perguntar quantos de seus rapazes foram mortos quando estavam em campos americanos de prisioneiros. O que eles tinham para comer? Que tipo de roupas eles usavam?".
Butzlaff afirmou que era um jovem soldado e nada sabia dos campos de concentração, e se aborreceu ao ver sua foto na capa da edição de quinta-feira do Des Moines Register, com a manchete: "Prisioneiro nazista volta para viagem histórica".
"Isso não está certo", ele afirmou. "Eu não era nazista".
Fonte:ig/nytimes























